De finais de Setembro:
Um palácio circunstancial e hoje. Paredes decoradas de lembranças anímicas. Corredores sangrentos de bombeando anémicos o labirinto. Um átrio de varandas viradas para o interior. Uma fonte ao centro, que chora o tempo a escorrer. O burburinho da oração a diluir-se nele, mentiroso ritual humedecendo-se. A sanidade forçada da relva sintética. Lá no alto, o sol consciente emudece-se de desígnio, e a liberdade desmorona-se neste intervalo edificado que aparta ruas e movimentos.